quinta-feira, 13 de setembro de 2012

Os Canalhas da Política Sob a Ótica de Henrique Borralho



Começou o horário politico na televisão e rádio,
é um saco porque sempre dirijo ouvindo rádio,
ai me vem essas promessas desses calhordas, quase todos,
ou muito deles, falando como se nada tivessem feito de errado quando na esfera publica estiveram,
são canalhas, pérfidos, mentirosos, anti-éticos, sujos e misantropos,
roubam merenda, habitação, remédio e leitos hospitalares,
roubam esperança, vida e saúde,
oneram o publico destituindo-nos de nossa dignidade,
falam de política, sua bocas são sujas para tocar nela,
de politica só entendem o que é um balcão de negócios,
o outro, no caso, nós, somos apenas o meio para se chegar aos seus fins,
o lógus não está neles, muito menos a razão,
essa gente não tem coração, sequer percepção de que são a escória
de todos nós,
como num ciclo redemoinhico de nossa perversidade aparecendo de quatro em quatro,
de dois em dois,
é por isso que é insuportável vê-los,
somos nos falando do ausente, de nós mesmos,
são o nosso exemplo mais feio da imagem refletida,
a constatação de nossa inépcia e inércia,
são frutos de nós, porque de nós eles sempre saem,
são repetitivos, cansativos e nada telúricos,
não há poesia, beleza ou singeleza,
não há sequer vida, arte ou diversão,
são a nossa expiação cotidiana do dever de casa nunca ou quase nunca feito.
O problema é a esperança!
Essa não morre, pois com ela a vida sempre anda de mãos dadas,
então, não tem jeito: é escolher o que de menos ruim existe,
recortar aquele vestido velho, decotado de vontade de mudar,
de ser novo de novo e seguir adiante,
porque essa escória não pode parar a vida,
então se acham que vão torrar minha paciência tirando minha música do rádio,
vou colocar um pen-drive com a melhor seleção,
escolher meus candidatos na esperança de que eu não precise ver o que de pior temos nos próximos quatro anos,
se vocês acham que me venceram,
baby, eu ainda nem comecei


Postado por  http://versura.blogspot.com.br

Isto não é um plágio. É uma homenagem a um dos melhores professores de História do Maranhão, um intelectual respeitado e admirado por todos que o conhecem.